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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Corrida Vertical - Florianópolis

Nada melhor do que acordar cedo em um sábado de manhã pra subir degraus. E foi exatamente o que fiz. Segui todo o ritual de uma corrida normal, talvez nem precisasse tanto. Chegamos no Hotel Majestic e fomos pra uma sala pegar o kit da corrida. A largada atrasou um pouco, mas nada de muito absurdo. Primeiro, subiram as mulheres. Depois, os homens, de acordo com sua categoria.

A prova teve perto de 50 inscritos e 40 concluintes. Foi até mais rápida do que eu imaginava. E foi também bem mais tranquila, achei que fosse mais difícil. Anunciaram 26 andares e 468 degraus. Nas minhas contas, se chegou a 22 andares foi muito. Me poupei no começo pra melhorar no fim, mas a falta de andares me fez chegar com fôlego e pernas sobrando.

Os treinos foram bem piores do que a prova em si. Na prova, é um tiro só, mais fácil do que fazer 5 tiros com intervalo. Minha tática de começar devagar e acelerar na metade não foi bem sucedida. O certo, percebi depois que subi, seria começar na maior velocidade possível, até onde as pernas aguentassem. Penso que o resultado seria melhor. Fiquei um pouco desapontado com meu tempo, que foi de 3:20.

Para efeito de comparação, o campeão fez em 1:36, menos da metade. Esta corrida diferente serviu pra adicionar a subida de escadas na minha rotina de treinamentos. Mais um exercício para as minhas pernas. E também me fez ter vontade de participar da última edição do Circuito Brasil, em dezembro, em Balneário Camboriú. A prova é rápida e só cansa no momento. Vale a pena participar.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O tempo melhorou

Dor vem, dor vai, gelo aqui, gelo ali e alguns treinos sem tantas dores. Não sei exatamente quando comecei a me dar conta que podia correr mais rápido. Talvez o Garmin tenha ajudado a controlar o ritmo. Não sei. Mesmo. Em janeiro os tempos ficaram melhores. Fiz a Night Run com pace de 5:07 min/km. Ainda não estava acreditando muito no que eu estava fazendo.

Aí vieram os treinos da semana, subi uns degraus, treinei nas dunas, subi, desci e decidi correr 5 km no domingo, pra realmente ver se era de verdade. O objetivo era fazer 5 km em menos de 25 minutos, finalmente. Algo que me incomodava um pouco desde novembro. Comecei correndo forte pra sentir até onde ia e foi... corri os 5 km em 24:00. Era verdade, corri mais rápido.

O treino de terça-feira confirmou. Foram 3 tiros de 4 km (20:58, 20:15 e 21:07). Desde que comecei a seguir uma planilha, consegui fazer apenas uma vez os 3 tiros (ano passado) e os tempos foram altos. Ou fazia dois bons e quebrava no último. Na terça, fiz um tempo bom nos 3, bem próximos. O objetivo é fazer abaixo de 20 minutos, mas chegar perto já me animou.

Estou acreditando mais no próximo passo: correr 10 km abaixo de 50 minutos. As dores estão mais leves, mas ainda estão rondando. A convivência, por enquanto, tem sido pacífica. Corro menos, os treinos são mais específicos. Está funcionando. Acho que elas não vão me abandonar tão cedo. Se não me impedirem de correr e melhorar os tempos, que assim seja. Sigo correndo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Subindo os degraus

A primeira etapa da Corrida Vertical vai ser realizada em Florianópolis. Uma corrida diferente no calendário. Só subir degraus, no melhor tempo possível. Como quase não gosto de participar de corridas e nunca fiz uma dessas, me inscrevi sem pensar muito. Feita a inscrição, subi os degraus do meu prédio, três vezes, pra ver o que me esperava, e o resultado não foi muito animador. Na última semana, fiz treinamentos mais específicos para essa prova.

Com os treinamentos, sinto que o próximo teste no prédio pode ser melhor. Farei mais três subidas pra ver o que acontece. Imagino que seja uma prova que vai me cansar bastante, mas que vai demorar cinco minutos ou menos. Se correr (caminhar também vale) tudo bem na prova, a recuperação não deve ser demorada. Por ser diferente, vou participar. Aquela brincadeira de criança de subir degraus correndo virou esporte. Depois eu conto como foi.
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